Um dia no motel

Para quem não me conhece, meu nome é Felícia e tenho 24 anos. Sou estudante de enfermagem e faço estágio numa clínica médica.

Por que estou contando isso? Por que quero contar para vocês algo que aconteceu comigo logo que comecei a fazer meu estágio nesta clínica há dois anos e meio.

Bem, não sei se vou conseguir escrever adequadamente. Sou novata para contar histórias. Mas decidi que quero e muito escrever um conto para que a Nanda publique no blog dela. Afinal, ela é uma super amiga virtual.

Quando eu comecei na clínica ela tinha 3 sócios. Um casal de médicos formado há uns 15 anos e um outro jovem médico formado a menos tempo, três ou quatro anos talvez.

Este jovem médico a quem vou chamar de Rodrigo (não é o nome dele, claro), desde que eu entrei na clínica ele me tratava super bem.

Eu tinha dois meses de clínica quando fiz aniversário e o pessoal fez uma festinha surpresa para mim. Como eu moro sozinha na capital era a única festa que eu teria e depois dela o Rodrigo se ofereceu para me levar em casa. Ah, antes que eu esqueça o Rodrigo é moreno claro, tem olhos verdes. Não é musculoso. Mas também não é magro e nem gordo. Digamos que ele estava na medida. No ponto do abates (risos). E confesso que a bunda dele era a coisa mais linda naquela calça branca. As meninas da clínica suspiravam por ele. A altura? Deve ser perto de 1,80. Mas tinha um problema: era noivo.

Mas parece que naquele dia este fato não foi motivo para impedir de ele me levar até um motel.

No caminho ele foi contando o quanto me achava linda. As diversas vezes que ele havia sonhado comigo. Quando pedi para que ele me contasse um dos sonhos. Não sei para que fui pedir isso. Ele contou que no sonho nós estávamos numa praia deserta e eu num lindo biquíni vermelho. E que ali fizemos amor, sem nenhum pudor. Não sei por que não fiquei de boca calada, mas na hora eu disse: “só precisamos marcar o dia de ir na praia”. Ele então falou que no dia seguinte transou com a noiva dele pensando em mim. E que hoje não iríamos à praia nenhuma, mas a um lugar especial.

Ele já havia acariciado minhas pernas algumas vezes pelo caminho e eu retribuí apalpando suas coxas enquanto ele dirigia. Ao chegar no motel pouca palavras dirigimos uma ao outro. Ele foi arrancando a minha roupa e eu tirando a dele, entre beijos longos e apaixonados. Aquela língua penetrava minha boca com tal volúpia que só de contar para vocês já fico aqui toda, toda ...

Depois de me desnudar, mas ele ainda de cueca, me pegou no colo, me beijou e jogou na cama. Quando passou a acariciar e beijar meus pés, subindo pela perna até chegar na minha (como vou chamá-la? Não sei. Fico com vergonha, risos). Bem, você sabe onde ele chegou e começou a beijar, lamber e mordiscar. Estava tão gostoso.

Mas de repente ele subiu e começou a fazer algo que me deixa nas nuvens. Chupar meus seios. E posso te garantir, até então nunca ninguém havia chupado meus seios tão maravilhosamente como naquele dia. Mordiscava os mamilos de uma tal forma que me deixou completamente arrepiada.

Foi aí que eu pude sentir que seu instrumento estava explodindo na cueca. Ele então a tirou e eu passei a acariciá-lo, depois a passar vagarosamente minha língua sobre sua cabeça até passar a chupá-lo todinho. Ele não agüentou e gozou. Acabou me melando toda, mas foi gostoso, risos.

Fomos então tomarmos um banho de banheira e comer alguma coisa. E meia hora depois ele me pegou novamente. Sentou na cama e me colocou sentada em seu colo enquanto me penetrava profundamente. Eu passava minhas mãos pelas costas deles, arranhando-o enquanto ele me segurava pela bunda num balanço contínuo e gostoso. O tesão foi tamanho que pela primeira vez desde que havia chegado na capital eu consegui gozar sem precisar me tocar (se é que você me entende).



Foi tão bom sentir aquilo tudo.

Depois daquele dia saímos algumas vezes num período de seis meses. Sempre foi maravilhoso. Até que ele casou. Nem preciso dizer que eu fui a despedida de solteiro dele, né!?

Mas ele acabou deixando a clínica depois de um tempo e eu por ironia do destino, depois do casamento dele, acabei me tornando amiga da esposa. Então depois que ele casou, apesar das investidas dele, nunca mais rolou. Mas que bate uma saudade. Ah, isso bate!

Bem, eu nunca havia escrito uma experiência minha. Espero que tenham gostado.

Beijinhos,
Felícia K.

Esse conto a linda felícia me mandou sigam ela no twitter @AgataeFelicia 
E você pode participar também, mande seu conto
Beijo da Loira....

5 comentários:

@eskondido disse...

Delícia! O que dizer.... q vontade.... rsrsrs

Marcio disse...

delicia hummm gozei

THATA disse...

NOSSA!!!! AMEI ESSE CONTO!!!!! QUE DELICIA!!!!

Anônimo disse...

eu queria ser esse cara pq ele tem muita sorte!!!!

Lala disse...

amei o contoo, demais '-'

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Agradecida loira_delicia.